Adversários De Conan Osíris Na Eurovisão São Tão Ou Mais Excêntricos Que o Português

Em Portugal muito se tem falado da excentricidade de Conan Osíris, no entanto, parece que não é só o português que vai trazer uma boa dose de excentricidade ao festival. Os adversários do cantor são tão ou mais excêntricos e há até quem aborde temas como o sadomasoquismo que poderão levar à desqualificação.

Após a vitória de Salvador Sobral em 2017, parece que o festival não pretende seguir a sua linha musical. A vitória da excêntrica Netta em 2018, ou de Conchita Wurst em 2014, trouxe ao festival candidatos mais extravagantes que nunca e cada vez com menos preconceitos.

Os islandeses Hatari são os candidatos que mais prometem dar que falar. São três amigos de uma escola de artes que formaram uma banda de música BDSM, ou seja com referências a bondage, disciplina, dominação, sadismo e masoquismo. As características da música deste trio poderá mesmo levá-los à desqualificação, apesar de serem dos potenciais vencedores desta edição.

 
Outro adversário é Bilal Hassani, um jovem de 19 anos que vai representar França, que traz a palco irreverência. É ativista LGBT e marca pela aparência andrógena, ou seja, uma mistura entre as características socialmente ligadas à mulher e ao homem.

 
Na Austrália, a representante também promete não fazer por menos. A atuação conta com Kate Miller-Heidke num vestido azul e prateado elevado a pelo menos três metros de altura. A artista de 37 anos canta ópera numa atuação marcada pela singularidade do guarda-roupa e do bailarino que a acompanha.

Outros adversários escolhem a tradição e usam o traje folk típico da Polónia. Há ainda asas de anjo e atuações menos excêntricas.

A edição do Festival Eurovisão da Canção, agendada para 14 a 18 de maio em Telavive, Israel.

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