José Richard Gallego ficou surdo aos 9 anos e cego aos 15, em resultado da Síndrome de Usher, uma doença hereditária e incurável.
Este colombiano perdeu a visão e a audição, mas manteve intacta a paixão pelo futebol. Adepto do Millionarios, conta com a ajuda de um amigo, César Daza, adepto do clube rival também de Bogotá (o Santa Fé) e intérprete de pessoas cegas e surdas
O que os clubes separam a amizade une. E a amizade é mais forte do que qualquer clubismo.
“Conheci o José em 2014, ano em que criámos uma forma particular para interpretar os jogos de futebol”, conta César Daza.
Essa forma consiste numa cartolina que simula um campo de futebol. E com o tato torna-se possível a José perceber o que está a acontecer no terreno.
A mão direita de José representa uma equipa. A mão esquerda representa a outra. Cada lance é transportado para a cartolina, com movimentos das mãos.
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