Estas imagens mostram o interior da garagem onde as gémeas de 10 anos viviam. As condições degradantes onde estas irmãs cresceram, numa garagem a que os pais chamam de “casa” podem impressionar algumas pessoas.
O espaço era diminuto, infestado de baratas, com lixo amontoado e sem as mínimas condições de habitabilidade onde estas meninas viveram.
O caso aconteceu na Amadora, uma cidade às portas de Lisboa. A situação era do conhecimento da CPCJ que tinha sinalizado o caso há seis anos e o Ministério Público também foi alertado para o que se passava em 2016.
A presidente da CPCJ recusou-se a dar esclarecimentos alegando “falta de agenda”.
Em declarações os pais destas crianças assumem-se como pais responsáveis.






