VIDEO: Assim Se Destroem Superdesportivos De 2,2 Milhões € Em Nome Da Segurança

O superdesportivo elétrico Rimac C_Two pode custar 2,2 milhões de euros, mas não dispensa que algumas unidades em protótipo sejam destruídas nos normativos testes de segurança de proteção dos ocupantes do veículo, à semelhança de todos os automóveis de produção em série que se pretendam comercializáveis.

Recentemente, o fabricante croata submeteu a crash-test dois protótipos do C_Two, no seguimento do programa de desenvolvimento do modelo que culminará no seu lançamento, previsto para 2021.

O C_Two dispõe de quatro motores que produzem uma potência combinada de 1914 cv e um binário máximo de 2300 Nm. Os propulsores são alimentados por uma bateria de 120 kWh e permitirão que o dispendioso superdesportivo acelere de 0-96 km/h em 1,85 segundos e atinja a velocidade máxima de 412 km/h.

A Rimac estima que até onze protótipos serão destruídos em testes de colisão durante o referido programa, de modo a garantir a segurança do C_Two, imperativa para a homologação internacional do superdesportivo, antes da sua estreia e comercialização.

Na sessão de que a Rimac divulgou estas filmagens, dois protótipos foram submetidos, em dois dias, a testes de impacto em barreira deformável, o primeiro a 40 km/h e o segundo a 56 km/h.

Segundo a empresa, o risco de lesões aos ocupantes do veículo foi “muito baixo”, notando igualmente que “não houve danos no monocoque de fibra de carbono ou intrusão dos pedais”.

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