Benjamin Choi, de 17 anos, aproveitou bem o seu tempo livre durante a pandemia e construiu um dispositivo capaz de controlar com a mente uma prótese robótica de braço com recurso à inteligência artificial.
O jovem da Virgínia, nos EUA, escreveu todo o código e utilizou uma impressora 3D barata, elásticos e linha de pesca para criar o modelo da mão.
O sistema de Choi usa eletroencefalografia (EEG), um método que regista a atividade elétrica do cérebro com dois sensores e envia essas informações para o braço via Bluetooth, que depois são convertidas pelo modelo de IA incorporado no chip do braço.
A invenção rendeu a Benjamim um lugar entre os 40 finalistas do “Pesquisa de Talentos” da Regeneron Science deste ano, a competição de ciência e matemática mais antiga e prestigiada dos EUA para alunos do ensino secundário.
Estima-se que 2 milhões de pessoas vivem com a perda de um membro nos Estados Unidos e cerca de 185.000 amputações ocorrem todos os anos. A Organização Mundial da Saúde afirma que apenas uma em cada dez pessoas que precisam de próteses têm acesso a elas, muito devido ao seu “alto custo”.
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