Há vários dias que circula nas redes sociais uma foto que mostra um corredor do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa completamente degradado. Na imagem vêm-se manchas de mofo, paredes sem tinta e o chão alagado.
A fotografia terá sido tirada pelo pai de um utente que por ali passou e enviada a Ricardo Costa, CEO do grupo Bernardo da Costa, que, posteriormente, denunciou o caso na sua página de Facebook.
“A fotografia podia ser de um edifício abandonado, mas não é! É no IPO de Lisboa”, começa por contar o empresário.
De seguida, Ricardo Costa transcreve a denúncia que recebeu: “Este corredor é no IPO de Lisboa, que dá acesso as crianças circularem do hospital de dia e da UTM para o pavilhão central para os exames de imagem e internamento, e do pavilhão da radioterapia para o hospital de dia. Foi por estes túneis insalubres que o meu filho teve de ir da unidade de transplantes até ao pavilhão central, para fazer uma ecografia de urgência, quando tinha zero imunidade devido ao transplante. Passar por corredores com estas condições, num corrupio entre doentes! Limitaram-se cobrir o meu filho dos pés à cabeça”.
“As paredes dos corredores, com o revestimento a cair de podre, com cheiro a mofo, chove como fosse no exterior. Até quando a administração do IPO vai manter estas precárias condições, que mais parece de um país do terceiro mundo! É tempo de agir! Fortes razões fazem fortes ações”, terá escrito ainda Álvaro Jordão de Sousa.
A publicação, partilhada há um dia, já tem 22 mil reações, quase 6 mil comentários e 7 mil partilhas.
Já segue a FunCo no Instagram?






